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Gordura liberada

Ela deixou de ser a vilã de todo prato, de toda hora. Deixou de ser também a eterna inimiga das artérias. E — viva! —, dependendo do tipo, pode ajudar até a emagrecer

por Fábio de Oliveira e Regina Célia Pereira

O século 21 tem se caracterizado pela liquefação e reabilitação instantânea de reputações. A da gordura é um exemplo flagrante. Banido da intimidade das cozinhas, erradicado dos menus de muitos restaurantes e extirpado da fórmula de vários alimentos industrializados, esse nutriente é um daqueles personagens que voltam à boca do povo como um benfeitor injustiçado.

As nódoas na imagem dessa substância foram removidas há pouco por um estudo publicado na revista científica American Journal of Clinical Nutrition. Assinada por pesquisadores de universidades de peso como Harvard, nos Estados Unidos, trata-se de uma revisão de 21 trabalhos sobre a associação entre o consumo de gordura saturada, aquela da carne vermelha e do chocolate, e a ocorrência de males como derrame e aterosclerose. A conclusão é que a ingestão equilibrada de filé-mignon e afins não elevaria o risco de atentados às artérias.

Outras pesquisas mostram que até mesmo o time saturado tem uma faceta do bem que era, até então, desconhecida. É que essa família engordurada é formada por diversos ácidos graxos e um deles, o esteárico, parece não ser assim tão nocivo às artérias. “No nosso organismo, o ácido esteárico tem sua estrutura modificada pela ação de enzimas”, justifica a nutricionista Ana Carolina Moron Gagliardi, pesquisadora do Instituto do Coração de São Paulo, o InCor . Seu metabolismo, portanto, acontece de maneira diferenciada e não faz subir os níveis de colesterol. Uma fonte dessa substância é o cacau, daí o chocolate amargo ser apontado como amigo do peito.

Mas, se a gordura não é de todo culpada, o que explicaria a eclosão sem fim de infartos e acidentes vasculares cerebrais nos últimos anos? Os mesmos especialistas americanos apontam a espátula, ou melhor, o dedo para os carboidratos simples que aparecem nos doces e no arroz branco. É que muita gente privilegia esse tipo de comida em detrimento das fontes gordurosas. Só que exagerar nessa opção deflagra a resistência à insulina, quando o hormônio encarregado de botar a glicose para dentro das células passa a não funcionar direito, levando ao diabete. “O exagero nos açúcares tem relação direta com as doenças cardiovasculares”, diz a nutricionista Bianca Chimenti, da Clínica BKNR Prevenção e Saúde, em São Paulo.

Moléculas gordas
O mundo engordurado é todo feito de sutilezas. Uma simples alteração estrutural é capaz de modificar completamente a atuação das gorduras no organismo. Para começar, vale explicar que cada molécula de gordura é formada por três moléculas de ácidos graxos ligadas a uma de glicerol. Esmiuçando ainda mais, um ácido graxo é feito de uma cadeia de carbonos com ligações de hidrogênio. E são os arranjos dessas cadeias que tornam a gordura benéfica ou não (veja no quadro ao lado).

A alimentação carregada de carboidratos simples eleva os níveis de triglicérides, reduz as taxas do bom colesterol, o HDL, e catapulta as da versão ruim, o LDL, sobretudo as de partículas pequenas, que se infiltram com mais facilidade na parede dos vasos. No final das contas, a soma desses fatores resulta em congestionamentos arteriais e, claro, na obesidade.

A verdade é que a gente precisa ingerir tanto carboidrato quanto gordura na medida certa. O recomendável é que o cardápio seja balanceado, sem exageros ou escassez para esse ou aquele nutriente. Em uma dieta de 2 mil calorias, 30% devem vir de gorduras, o que equivale a 66 gramas. Sem essa dosagem, uma série de funções no organismo pode ficar comprometida.

Para começar, há estudos que apontam um elo entre cardápios excessivamente magros e infertilidade. “A gordura participa da produção de hormônios como o estrógeno e a testosterona”, diz a nutricionista Maria Fernanda Cury Boaventura, da Sociedade Brasileira Lipídios e Saúde. A família das gorduras, ou lipídios, responde ainda por outros ofícios. “Ela entra na composição de membranas celulares”, afirma a nutricionista Cyntia Carla da Silva, do Hospital do Coração, em São Paulo. Se você imaginar que todo o seu corpo é composto de células, dá para supor a importância de comer fontes gordurosas em todas as refeições.

Na falta delas, nosso organismo não se beneficia das vitaminas A, D, E e K, que não à toa são chamadas de lipossolúveis. “A gordura é indispensável para a absorção dessas vitaminas”, diz o nutrólogo Edson Credidio, pesquisador da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista.

Mas, antes de se acabar na picanha, é bom enfatizar que abusos engordurados resultam em vários quilos extras. É que a gordura, não importa se trans ou monoinsaturada, é uma grande fornecedora de energia. “Para cada grama da substância somam-se 9 calorias”, lembra a nutricionista Francine Nagao Peixoto, do Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista. Entretanto, isso não significa que a relação com a obesidade aconteça da mesma forma para todas as variedades. Ficou confuso? Vamos esclarecer o porquê. A ciência tem mostrado que alguns tipos combatem o ganho de peso. A poliinsaturada é uma delas. O ômega-3, dos peixes, é um grande aliado nesse sentido.

O consumo desses lipídios afasta a resistência à insulina, mal que está por trás da popular barriga de chope. “Também existem evidências de que o ômega-3 atue na adipogênese, ou seja, na proliferação das células de gordura, os chamados adipócitos”, diz a nutricionista Mariana Del Bosco, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, a Abeso. A monoinsaturada do azeite tem apresentado ação parecida.

Portanto, a dieta rica nesses ácidos graxos evita a concentração dos adipócitos no abdômen. E vai longe o tempo em que combater a pança era apenas uma questão estética. A gordura visceral está envolvida com a gênese de diversas encrencas, como o diabete, a hipertensão e a alteração nas taxas de colesterol.

Por falar em colesterol, tanto as poli quanto as monoinsaturadas são aclamadas por reduzir os níveis de LDL, a fração ruim do colesterol. E, quanto menor o teor de LDL, menor o risco de sobrarem rastros da substância nefasta pela circulação. Além disso, ambas as gorduras contribuem — ainda que discretamente — para o aumento do HDL. “O ômega-3 abaixa os triglicérides e está associado com a redução na pressão arterial”, diz a nutricionista Bianca Chimenti. Não bastasse tudo isso, mono e poli-insaturadas agem em inflamações e, por essa razão, protegem ainda mais contra as doenças cardiovasculares.

A dupla paladina também tem sido alvo de estudos sobre cicatrização no Laboratório de Fisiologia Humana do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo. “Observamos uma aceleração no processo de cicatrização em animais com diabete”, diz a nutricionista Hosana Rodrigues, que participou das investigações.

Óbvio que todas essas benesses não se aplicam às gorduras trans e à maioria das integrantes do grupo das saturadas. Nesse último caso, no entanto, alguns gramas podem ser incluídos na dieta, mas com muita parcimônia. “Nem sempre as pessoas se contentam com porções discretas”, lamenta a nutricionista Cynthia Antonaccio, da Equilibrium Consultoria em Nutrição e Bem-Estar, na capital paulista. E, diga-se, a economia nas doses saturadas está cada vez mais difícil: hoje a oferta de produtos industrializados cheios dessa substância lota as gôndolas dos supermercados.

“Ocorre que a indústria tem substituído a trans pela saturada”, afirma a nutricionista Ana Carolina Moron Gagliardi, que trabalhou em um levantamento, junto com pesquisadores da Universidade de São Paulo, sobre essas perigosas trocas. Apesar de a gordura trans ser da família das insaturadas, ela costuma se comportar como uma legítima saturada, tanto no que diz respeito aos malefícios à saúde quanto em relação ao seu papel na fórmula dos alimentos. Ela faz subir os níveis de LDL, o mau colesterol. E, na comida, interfere com a textura, deixando tudo mais crocante porque, assim como a saturada, é mais sólida, diferente dos ômegas e das mono, que são fluidos.

Além disso, sua estrutura não é tão suscetível à oxidação, o que faz aumentar o tempo dos alimentos nas prateleiras. Dessa forma, vale ficar de olho nos rótulos e, na hora de escolher as fontes gordurosas, privilegiar as benéficas. Sua saúde só terá a agradecer.

(Ler mais...)

 

 

 

 

 

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MULTI-FIBRAS




O cuidado com a alimentação, é um dos grandes fatores responsáveis para o equilíbrio funcional de todo corpo.
A Multi-fibras da Palmar Nutre é exelente para uma alimentação saudável, pois busca oferecer uma alternativa confiável para todos que se preocupam com a sua saúde.
É um produto totalmente natural, sem conservantes, produzido com Boas práticas de frabricação/Controle de Qualidade, produção monitorada em todo o processo de fabricção até a distribuição, chegando à sua residência puro e nutritivo.

O Multi-fibras é Rico em fibras, e são elas:

AVEIA EM FLOCOS - Contém cálcio, ferro, proteínas, vitaminas,carboidratos e fibras.

BERINJELA - É rica em proteínas, vitaminas (A, B1, B2, B5, C) e minerais (Cálcio, fósforo, ferro, potássio, magnésio).

COLÁGENO - É constituídos de proteínas. É importante na constituição da matrix estracelular do tecido cojuntivo.

FARELO DE ARROZ - O farelo de arroz é um produto obtido do polimento do arroz, que é descascado para produzir o arroz branco. O farelo de arrozé rico em nutrientes, sais minerais, vitaminas E e B6 e fibras.

FARINHA DE MARACUJÁ - Rica em vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, ferro e fósforo, além de fibras.

FARINHA DE SOJA - Produzido de feijão de soja moído. Fonte de fósforo, potássio, vitaminas B, zinco, ferro, e a vitamina antioxidante E. A farinha de soja possui aproximadamente 50% de proteínas em peso seco.

FIBRA DE TRIGO - É a camada externa do grão de trigo, cuja função básica é absorver as gosduras.

GELATINA - É estraida do colágeno e fortalece a pele, unhas e cabelo.

GERGILIM BRANCO - Comtém proteínas e vitaminas, especialmente: E(tecoferol), B1 (tiamina), B2 (riboflavina). Comtém também minerais como cálcio, fósforo, ferro, magnésio,cobre e cromo.

GERME D ETRIGO - É rico em proteínas e vitaminas do complexo B e vitamina E.

GIRASSOL- Sua composição é basicamente feita pelos ácidos graxos essenciais e insaturados oléicos: ácido linolênico e linoléico (cerca de 66,7%), lecitina de soja, vitamina E, vitamina A, e magnésio.

LEVEDURA DE CERVEJA - Os principais componentes dolevedo de cerveja (concentrado de saccharomyces cerevisiae): proténas, complexos de DNA (ácido desoxirribonucléico) e RNA (ácido ribonucleico), polissacarídeos complexos, fibras dietéticas, ergosterol (precurso da vitamina D), vitaminas (A, complexo B, biotina e colina) e sais minerais (cálcio, ferro, fósforo, zinco e selênio).

LINHAÇA - Na composição da semente de linhaça estão presentes protínas, fibras alimentares e ácidos graxos polisaturados(Ômega 3 e Ômega 6). Comtém vitamina A, E B1, B6, magnésio, cálcio, ferro, zinco, selênio.

QUINUA - Ótima fonte de proteínas e carboidratos. Comtém fibras, sais minerais (cálcio,ferro, magnésio, fósforo, potássio, sódio, zinco, cobre e manganês) e vitaminas(B1, B2, B3, E). Além disso a quinua contém ácidos graxos e ômega 3.

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Dicas para reduzir a barriga







Uma alimentação saudável é ideal para manter a forma e até perder aquela barriguinha indesejável.

EVITE:

· Alimentos causadores de gases como: refrigerantes, feijão, frituras, pão, queijo e enlatado carne vermelha, embutidos como lingüiça, presunto, salame e salsicha.

· Alimentos que retém líquidos como: embutidos, sal em excesso e alimentos processados.


Alimentos que favorecem uma barriga retinha:

· As fibras insolúveis associadas a uma ingestão adequada de líquidos permitem que o intestino funcione de forma regular evitando que a barriga fique dilatada e dolorida (são eles: farelo de trigo não processado ou farelo de arroz, cereais integrais, pão Integral; legumes/ervilha, vagem e nozes; raízes incluindo batata e cenoura; verduras como o espinafre; maçã, laranja e outras frutas. No entanto, as fibras são decompostas pelas bactérias do intestino e o organismo leva um tempo para se acostumar com isso. Assim, introduza-as devagar nas refeições).

· Os alimentos diuréticos também contribuem para diminuir a retenção hídrica diminuindo o inchaço (chás, suco de limão, melancia, morango, abóbora, agrião, beterraba, cenoura, escarola, folhas de beterraba, repolho, salsinha, tomate, broto de feijão, pepino)

Dicas para diminuir o volume da barriga

· Em primeiro lugar, se estiver acima do peso, deve-se pensar em uma alimentação equilibrada para perder peso e conseqüentemente a gordura localizada;

· As magras também não estão livres de apresentar uma barriguinha; se for o caso, devem manter uma alimentação saudável, evitando gorduras, frituras, doces e refrigerantes, que também provocam barriga. Devem evitar também pratos muito gordurosos, dando preferência às carnes magras e coma legumes, verduras e frutas;

· Se o funcionamento de intestino anda devagar, aumente a ingestão de fibras e água (no mínimo 8 copos por dia).


· Pratique atividade física - além de queimar calorias também refletem em um bom funcionamento do organismo. Devem ser praticados com freqüência associando-se exercícios aeróbicos (para ativar a circulação e gastar calorias) a exercícios localizados (para enrijecer a região abdominal);

· Fracione bem a dieta - O sistema digestivo não consegue processar um grande volume de alimento ingerido de uma só vez. O ideal é fazer refeições pouco volumosas e de baixo valor calórico até 6 vezes ao dia.

· Mastigue devagar - A pessoa que come rápido pode acabar engolindo ar junto com a comida além de prejudicar a digestão. Além disso, o cérebro não registra o sinal de saciedade com tanta rapidez e, assim, você acaba comendo mais.

· Evite os alimentos formadores de gases - refrigerantes, feijão, frituras, pão, queijo e enlatados, carne vermelha, embutidos como lingüiça, presunto, salame e salsicha.

· Evite alimentos gordurosos - a gordura possui uma digestão mais lenta e com isso os alimentos gordurosos acabam permanecendo mais tempo no trato gastrointestinal favorecendo aumento de seu volume.

· Evite o consumo excessivo de sal, exemplos - Pães fermentados ou roscas feitas com sal; pães de preparo rápido ou bolos, feitos c/ fermento em pó, bicarbonato de sódio, sal ou feitos com misturas comerciais; cereais enriquecidos ou de cozimento rápido; cereais secos; bolachas cream cracker, exceto a bolacha água; pipoca salgada; pickles; batatas chips; embutidos( lingüiça, salsicha, paio, presunto cru, mortadela).

Aumente o consumo de alimentos diuréticos - erva doce, salsão, coentro, berinjela e endivias, alho, limão, noz-moscada, cebola, salsa, hortelã; abacaxi, melancia, maracujá e chá: em especial, chá de salsa: acrescentar algumas folhinhas de salsa à água quente, adoçar ou não com adoçantes. E chás de ervas ( gengibre/ canela / cardamomo: fazer um mix dos ingredientes e acrescentar água que ferveu) ou frutas.

· Atenção ao leite - Se estiver com gases, experimente tirar o leite do cardápio. Muitas pessoas têm intolerância à lactose.

· Atenção a alguns adoçantes - alguns adoçantes são a base de sorbitol que fermenta no organismo provocando gases. Algumas frutas secas como uva passa, damasco, banana e principalmente ameixa seca também possuem em sua composição sorbitol.

· Beba bastante água - Além de diminuir a retenção de líquidos, ajuda na lubrificação do intestino. Por isso, é essencial tomar pelo menos 2 litros por dia. Mas evite líquidos durante as refeições (o suco e a água dilatam as paredes do estômago empurrando a barriga).

· Reserve as preparações mais leves para o jantar: à noite nosso metabolismo está reduzido e portanto também devemos ingerir menos calorias neste período, evite gorduras e carboidratos em excesso nestas refeições.

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Mamão uma delícia cheia de benefícios



Esta delícia de fruta é calmante, digestiva e laxativa, sendo bastante indicada para quem possui o estômago sensível, quer manter o peso ou está querendo emagrecer, pois possui baixas calorias.

O mamão possui ainda alta quantidade de beta-caroteno, característico de frutas de tons alaranjados. O Beta-caroteno quando ingerido atua como formador de vitamina A. Já a Vitamina A, atua no combate a doencas de pele, cegueira noturna e queda de cabelos.

Mas não exagere! O consumo de vitamina A pode causar acúmulo dessa vitamina no organismo e com isso gerar doenças tão perigosas quanto as doenças causadas pela carência de vitamina A

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10 dicas para o emagrecimento saudável




Comer, comer, comer! Para quem quer emagrecer, a comida não sai da cabeça 24 horas por dia


O que era um ato espontâneo, passa a ser pré-determinado. Explica-se: emagrecer requer horários para as refeições, não poderá mais ir correndo para a geladeira a qualquer momento só para satisfazer uma mera vontade. Alimentar-se é fonte de prazer, mas, primeiramente, fonte de energia e nutrientes para o organismo.

Convenhamos, quando se fala em disciplina alimentar quem é que não torce o nariz? Quem é que não acha que vai cair de pára-quedas em um campo de concentração, onde irá tocar a sirene da alimentação sem gosto?


Esqueça tudo isso! Alimentação sem sabor e altamente restrita significa caminho oposto do emagrecimento saudável. Isso mesmo.

Antes de dar pulos de alegria é bom saber – e ter certeza – do que pretende para você.

Emagrecer por estética só para entrar naquele vestido que insiste em ficar justo ou para entrar na calça de um ano atrás que tinha caimento perfeito faz com que loucuras sejam cometidas. Tenta-se de tudo. Dias e dias ingerindo somente saladas. É a dieta verde! Dias e dias bebendo só sucos. É a dieta da vitamina! Dias seguidos engolindo a mesma sopa. Que dieta é essa?
“Se quer uma receita para ajudar no emagrecimento, sem segredos, atividade física!”


Atitudes emergenciais trarão sucesso? Depende do que se entende por sucesso. Se ele significa ir àquela festa com o tão sonhado vestido, parabéns! Um conselho? Prepare-se para o que virá. Não se desespere se, na semana seguinte, encontrar dificuldades em entrar na mesma peça de roupa.

Agora, se pretende mudar a alimentação para ter um corpo mais saudável, mais disposto e mais bonito, a conversa é outra.

Não há fórmulas mágicas. Se quer uma receita para ajudar no emagrecimento, sem segredos, atividade física! Será bom estar mais disposto e, de quebra, queimar calorias e melhorar o condicionamento físico.

Emagrecer lentamente é desestimulante, já que não vê os resultados rapidamente? E o que dizer das várias tentativas frustradas? Como se sente quando se recorda de tantos sacrifícios?

Então, siga as 10 dicas seguintes e tenha um emagrecimento saudável. E, é claro, duradouro.logo ao lado tem um tabela e caculadora de IMC. Vai lá e veja se você está dentro do peso saudável

1. Não tenha pressa. Se está acima do peso, pergunte-se há quanto tempo carrega esse excesso. Então, para que eliminar peso do dia para a noite?

2. Corrija gradativamente a sua atitude em relação aos alimentos.

3. Não exclua de um dia para outro aquele alimento que só de pensar dá água na boa. Na verdade, nunca o exclua, mas saiba quando e quanto pode ingerí-lo.

4. Controle a ansiedade. Encontre uma distração ou um hobby que faça com que a sua atenção desvie da comida.

5. Estipule horários para as refeições.

6. Deixe de comer aquele doce e substitua pela fruta da sua preferência.

7. Beba muita, mas muuuuuita água.

8. Deixe o seu prato colorido. Saladas e legumes devem estar presentes diariamente no almoço e jantar.

9. Se alguém notar que está adotando novos hábitos e perguntar se está de "regime", mande um audível "não". Muitas pessoas adoram sabotar as boas intenções alheias.

10. Confie em você! Tenha sempre uma atitude positiva. Estar determinada e confiante é mais do que meio caminho andado para atingir o seu objetivo.

fonte: http://cyberdiet.terra.com.br/cyberdiet/colunas/030516_nut_mandamentos.htm

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Os benefícios da quinua




De origem andina e pesquisada em terras nacionais desde os anos 1990, só agora ela começa a cair no gosto do brasileiro. Especialistas assinam embaixo: esse alimento pode fazer maravilhas pela sua saúde

por Paula Desgualdo
fotos Dercílio


Muita gente ainda nem ouviu falar dela, mas a quinua, que não faz muito tempo desembarcou no Brasil, vem aos poucos conquistando mais espaço em restaurantes e lojas de produtos naturais. E quem ganha com isso, claro, é o consumidor. “Apreciada e até venerada pelos povos dos Andes, ela é uma refeição”, compara o cientista de alimentos Jaime Amaya Farfan, que coordena o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação na Universidade Estadual de Campinas, no interior de São Paulo. “A quinua é muito completa em relação às quantidades de calorias, proteínas, gorduras e carboidratos”, justifica.

Experimentos com aves mostram que o pseudocereal — sim, do ponto de vista da botânica, apesar de parecida com os grãos integrais, é isso o que a quinua é — carrega substâncias capazes de melhorar o transporte de oxigênio pelas células do sangue. Isso, inclusive, justifica em parte a sobrevivência dos antigos exércitos andinos ao chamado “mal da altitude”, ou seja, jornadas de trabalho hercúleas sob as dificuldades do ar rarefeito.

Ah, sim: a quinua também é apelidada de espinafre com grãos. “Isso por causa da proximidade entre as duas plantas”, explica o agrônomo Walter Quadros, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária — Cerrados, no Distrito Federal.

Pesquisas recentes apontam que as fibras e a saponina, substância detergente que recobre a quinua, poderiam reduzir os níveis de colesterol produzido pelo fígado. Incluíla no cardápio seria também uma maneira de combater a obesidade. “Ainda faltam estudos que esclareçam todos os seus benefícios para a saúde”, pondera Farfan. Um sinal de que não são poucos.

Pergunte a qualquer especialista sobre quinua e ele provavelmente irá salientar a qualidade da proteína dessa semente, comparável à de alimentos de origem animal. O segredo não está na quantidade, mas no equilíbrio entre vários tipinhos proteicos que, juntos, oferecem quase toda sorte de matéria-prima de que o organismo precisa. “Por isso dizemos que têm alto valor biológico”, enfatiza a pesquisadora Ana Maria Costa, que examina as características nutricionais da quinua na Embrapa Cerrados. A quinua agrega, por exemplo, a lisina e a metionina, aminoácidos encontrados na dupla arroz com feijão — famosos por serem uma espécie de combinação perfeita.

Outra faceta de dar inveja a qualquer cereal genuíno é a concentração de zinco, cálcio e ferro — esse último, suficiente para convencer os especialistas de que a quinua seria uma solução para casos de anemia. Sem falar nos indícios de que seus fitoestrógenos, que cumprem o papel de hormônios no organismo, ajudariam a afastar a osteoporose nas mulheres depois da menopausa.

Se, depois de ler tudo isso, você está se questionando sobre qual é a melhor forma de consumir a quinua para aproveitar tantos atributos, saiba que não existe consenso. “Em princípio, o grão conservaria melhor os nutrientes do que derivados como a farinha”, aponta a nutricionista Cristiane Lorenzano, do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional. O ideal seria assá-lo ou cozinhá- lo — sem exagerar na quantidade de água. Nem é preciso dizer que todas as recomendações só farão efeito se a ingestão de quinua for acompanhada de hábitos saudáveis, como uma dieta equilibrada e a prática de atividade física. O preço ainda é uma questão à parte — um pacote de 500 gramas gira em torno de 30 reais. Quer dizer: mesmo que tenha se tornado mais conhecida nos últimos anos, a quinua ainda só é acessível a uma parcela da população brasileira. Por aqui a área de cultivo continua restrita e as poucas plantações estão espalhadas pelas regiões Sul, Sudeste e Centro- Oeste. E a maior parte dos grãos comercializados é mesmo importada da Bolívia. Aliás, existem centenas de quinuas. A real, a mais famosa entre nós, é apenas uma delas. Há pesquisadores trabalhando para que o Brasil cultive uma quinua melhorada, tão ou mais rica que a andina. “Temos perfeitas condições de produzir, em larga escala, variedades de excelente padrão de qualidade”, sentencia o agrônomo Carlos Spehar. A gente torce para que isso aconteça quanto antes.

fonte: http://saude.abril.com.br/edicoes/0323/nutricao/conteudo_551339.shtml

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Alimentação Balanceada





Fala-se muito que a alimentação balanceada é essencial para se ter saúde e bem-estar. E que desta maneira previne-se diversos males decorrentes da má alimentação, como colesterol e triglicérides, por exemplo, além de ajudar a manter a forma, garantir a longevidade e disposição.

Mas na prática, você sabe como ter uma alimentção saudavel
Basicamente, para ser considerada balanceada, a alimentação deve conter alimentos de diversos tipos como: carne, verduras, legumes, arroz, macarrão, feijão, frutas, leite e derivados, e até mesmo gordura e açúcar, e atender às necessidades nutricionais do indivíduo. Esses alimentos se dividem em grupos alimentares, abaixo você vai saber quais são esses grupos, a freqüência com que devem ser consumidos, suas funções e os alimentos que compõe cada um deles.
Grupo dos Cereais
Neste grupo estão presentes os principais alimentos fonte de carboidratos, como: arroz, batata, macarrão, mandioca, pães, biscoitos, farinhas e massas em geral. Principal fonte de energia, todas as refeições devem ter pelo menos 1 alimento desse grupo.
Grupo das Frutas
A mais importante função deste grupo é fornecer vitaminas e minerais, nutrientes essenciais para proteção da saúde e diminuição dos riscos de desenvolver doenças crônicas. Por isso, é recomendado o consumo diário de alimentos deste grupo.
Grupo das Hortaliças
Pertencem a este grupo alimentos como: alface, tomate, abobrinha, beterraba, agrião, escarola, brócolis, espinafre, chuchu, entre outros. Assim como o grupo das frutas, a principal função deste grupo é fornecer os minerais e vitaminas necessários para o bom funcionamento do nosso organismo. Eles também devem ser consumidos diariamente.
Grupo do Leite e Derivados
A este grupo pertencem o leite e todos os seus derivados, requeijão, todos os tipos de queijo e iogurtes. O consumo diário desses alimentos é essencial para se obter o cálcio responsável pela saúde dos seus ossos, além de fontes de proteína. Mas prefira sempre os alimentos com menos quantidade de gordura como: leites e iogurtes desnatados e queijos como ricota, minas, branco, etc.
Grupo da Carnes
Além das carnes bovinas, de frango e peixe, os ovos também pertencem a este grupo. É o grupo responsável por fornecer proteínas a nossa alimentação, além de vitaminas e minerais como ferro e vitamina B12. Recomenda-se o consumo diário de pelo menos um alimento deste grupo, dando sempre preferência a preparações assadas, cozidas ou grelhadas.
Grupo das Leguminosas
Alimentos como feijão, grão-de-bico, lentilha, soja e ervilha estão presentes neste grupo. Suas principais funções são fornecer proteínas de origem vegetal, gorduras insaturadas e vitaminas e minerais com funções antioxidantes. Por estes e outros motivos é importante que consuma pelo menos uma porção desses alimentos por dia.
Grupo das Gorduras
Pertencem a este grupo todos os óleos vegetais (azeite, óleo de soja, girassol, canola, etc), manteigas e margarinas, além de banha, toucinho, entre outros alimentos. As gorduras são fontes de energia, contém 9 kcal por grama, além de serem essenciais como veículo de vitaminas lipossolúveis e antioxidantes. Prefira sempre as gorduras de origem vegetal.
Grupo dos Doces e Açúcares
As maiores tentações pertencem a este grupo: bolos, tortas, chocolate, sorvete, açúcar, mel, balas, enfim, doces em geral. O açúcar também é fonte de energia, mas seu consumo deve ser moderado, pois o seu consumo excessivo está relacionado com o aumento de risco de obesidade e outras doenças crônicas não transmissíveis, como o diabetes.




Por Camila Rebouças de Castro
Nutricionista - CRN-3 14.112
Fonte: http://vilamulher.terra.com.br/alimentacao-balanceada-11-1-70-164.html

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